Biología alimentar de Prochilodus mariae durante a primeira fase de crescimento

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José A. Arias-Castellanos
Sandra Milena Hernández-Herrera

Resumo

Entre os peixes mais importantes do rio Meta encontra-se Prochilodus mariae (bocachico llanero ou coporo), devido a ser dos maiores bocachicos da bacia, assim como a sua contribuição para a biomassa trófica e pesca da região. O presente trabalho pretende avaliar a dieta das pós-larvas do coporo Prochilodus mariae, até ao início da fase de alevinos em condições simuladas durante os primeiros trinta dias de alimentação exógena. Os estanques do IALL destinados ao desenvolvimento deste trabalho, foram fertilizados organicamente com (esterco bovino e feno) atendendo às condições que ocorrem a cada ano, na entrada de água nas áreas de alagamento dos afluentes, que foram semeados com larvas obtidas por reprodução induzida na densidade de vinte larvas / m2 e com 80% do saco vitelino absorvido. A cada dois dias, durante 30 dias, às 8:00 da manhã, as pós-larvas eram recolhidas juntamente com a água, e fixadas em formalina tamponada a 4%. Foram avaliados os índices de frequência (IF) do conteúdo estomacal de sete pós-larvas/tanque e itens alimentares encontrados nas águas e perifiton. As análises foram realizadas com um total de 156 espécimes entre 6-8,99; 9-17,99; 18-26,99; 27-35:99; 36-44,99; 45-47,99mm de comprimento total. As pós-larvas do primeiro intervalo exploram organismos relacionados com o perifiton principalmente bactérias, protozoários e algas, esta primeira amostragem foi caracterizada porque 66,7% das pós-larvas apresentavam estômagos vazios. Nas pós-larvas do segundo intervalo o IF do conteúdo estomacal mostrou uma tendência para o consumo de organismos pelágicos com preferência pelos cladóceros. No último intervalo, os alevinos começam a consumir detritos (partículas orgânicas, bactérias, fungos) e formas de fitoplâncton ligadas às superfícies do substrato (feno) e ao fundo do tanque.

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