Caracterização do lactato sérico e gradiente de temperatura periférica central em cães com trauma

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Resumo

Em caso de lesão, o paciente pode apresentar distúrbios de perfusão tecidual. A falha de perfusão tecidual pode levar a Choque irreversível, se
ultrapassar os mecanismos de defesa do organismo e não for corrigido rapidamente ou intervido terapeuticamente, aumentando o risco de morte;
isso faz com que seja necessário que o clínico identifique corretamente a condição do paciente e conheça as alterações fisiopatológicas que ocorrem
nos pacientes críticos para tomar decisões terapêuticas e de manejo dos casos que ocorrem na clínica veterinária. No contexto colombiano, podem
ser encontrados marcadores acessíveis que permitem que o prognóstico do paciente seja estabelecido de forma rápida e segura a tempo. O objetivo
deste estudo foi avaliar os níveis de lactato sérico e o delta de temperatura como marcadores de perfusão tecidual em 43 cães com trauma, os quais
foram classificados em quatro grupos com base na pontuação da escala APACHE VET, a saber: Grupo 1 (0 - 10 pontos), Grupo 2 (11 - 20 pontos),
Grupo 3 (21 - 30 pontos) e Grupo 4 (≥ 31 pontos). Verificouse que os valores de lactato sérico de 7,9 ± 2,9 mmol / L e gradientes de temperatura
centro-periférica de 9,0 ± 2,3 graus Celsius em pacientes com trauma foram associados a escores superiores a 31 pontos na escala APACHE
VET, com diferença estatisticamente significativa em contraste com os outros grupos avaliados. Esses resultados permitem concluir que a dosagem
do lactato sérico e do gradiente de temperatura central periférica pode ser considerada um marcador de acompanhamento hemodinâmico e
prognóstico em cães com trauma.

Downloads

Não há dados estatísticos.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##